
Imagem retirada de: http://www.dicasweb.com.br/screp/bom_final_de_semana.gif
É muito interessante que, devido aos diversos acontecimentos que nos surpreendem no singular cotidiano de meros mortais felizes em busca do elo perdido, as coisas “espetaculares” nos deixam muitas vezes atônitos, sejam estas situações jocosas ou simplesmente algo sem sentido. O fato é que a vida nos apresenta várias facetas e nós passamos a encará-la de acordo com nossa personalidade.
Dessa forma, o diálogo tornou-se a forma mais incrível de ser chegar a lugares inesperados. Não simplesmente por meras palavras, mas porque os indivíduos passam a interagir de maneira tal que a finalidade última é o divertimento. Este final de semana é exemplo bem peculiar disso.
Sexta-feira, um dia nublado, há estrelas brilhantes e reluzentes no céu, gotículas de água caem do imenso mar azul-escuro que temos acima de nós. Um dia ultra divertido (rs) no qual eu, em casa literalmente sozinho, deitado na cama prestes a iniciar a leitura do “Caçador de Pipas” que tento terminar tem quase um mês (rs), recebi um convite para ir a um arraial perto de “não sei onde” promovido “por não sei quem”. Prontamente atendi ao pedido, apesar de ficar muito pensativo por trocar uma bela sexta-feira a noite sozinho em casa; foi muito difícil aceitar o pedido (hauahuhauhau). Assim, fui àquele local e, após 15 minutos naquele arraial, fomos à casa de uma amiga que apesar de não mora em um jardim, é uma bela Rosa. Todos fomos apresentados à família dela e, assim adentramos o seu lar para jogar um game que é genérico do UNO. Um jogo de cartas. Não sei o nome do jogo, mas sei que rima com “chorinho” (hihihihihi). Jogamos muito, apesar de eu perder todas as partidas. Assim minha noite chega ao fim, porém nada melhor que um dia após o outro. No sábado tudo se repete, fomos à festa dos estados, vimos algumas cenas interessantes, alguns indivíduos peculiares e uma pequena Bit cantando maravilhosamente bem. Todos se dirigem à praça das águas e depois a orla. Algumas conversas jogadas fora, outras aproveitadas. Apenas um dia normal. O domingo aproximou-se como uma bela morena sorridente, linda e charmosa; seu encanto era embalado por uma maravilhosa noite chuvosa que ocasionou num despertar às 10 horas da manhã, ou seja, perdi a EBD. O Pr. não deve ter gostado das ausências e dos infiéis que cederam lugar às tentações da natureza. Entretanto, foi minha a culpa e nem deles também, mas das circunstâncias que foram propicias a isso: uma noite chuvosa, clima frio, um sono profundo e uma preguiça imensa. Geralmente isto não acontece comigo. Tomei café da manhã no horário do almoço e ia almoçar no horário da merenda. Mas isto não foi possível. Às 15 horas fui surpreendido com um convite de ir a um “pebol” de um grupo, até então, desconhecido. Larguei a minha montanha alimentar e me dirigi a este evento imperdível (rs). Um dia divertido de dentes quebrados e muitas risadas. Cenas inenarráveis e jocosas. A noite chegou, fomos para o culto e após o culto fomos dá uma volta na city. Primeira parada: a tão badalada “praças das águas que não tem água” (rs). Aff! Estou cansado de contar a história! (rs). Ficamos conversando, comendo, expiando e surgiu a idéia de irmos a tão famosa laje, após sermos misteriosamente observado por um individuo suspeito que nos circundava sorrateiramente. La chegando subimos aquele prédio abandonado e escuro. A lua iluminava apenas a apreensão e o medo de alguns que pensavam em monstros e demônios. (hauhauahuha). O lobo uivou e as pernas tremeram, mas intrépidos ficamos. (rs) Chegando ao topo tangível daquele local podemos observar o horizonte escuro e maravilhoso que nos rodeava. Momento de reflexão, conversas, acertos e preocupações. Um olhar para baixo, sensações incríveis e a liberdade aflorando com a adrenalina produzida num corpo sã e uma mente libertária. A curiosidade cessou e todos voltaram aos seus devidos lares para obedecer ao relógio da vida e aproveitar a noite de sono.
Dessa forma, o diálogo tornou-se a forma mais incrível de ser chegar a lugares inesperados. Não simplesmente por meras palavras, mas porque os indivíduos passam a interagir de maneira tal que a finalidade última é o divertimento. Este final de semana é exemplo bem peculiar disso.
Sexta-feira, um dia nublado, há estrelas brilhantes e reluzentes no céu, gotículas de água caem do imenso mar azul-escuro que temos acima de nós. Um dia ultra divertido (rs) no qual eu, em casa literalmente sozinho, deitado na cama prestes a iniciar a leitura do “Caçador de Pipas” que tento terminar tem quase um mês (rs), recebi um convite para ir a um arraial perto de “não sei onde” promovido “por não sei quem”. Prontamente atendi ao pedido, apesar de ficar muito pensativo por trocar uma bela sexta-feira a noite sozinho em casa; foi muito difícil aceitar o pedido (hauahuhauhau). Assim, fui àquele local e, após 15 minutos naquele arraial, fomos à casa de uma amiga que apesar de não mora em um jardim, é uma bela Rosa. Todos fomos apresentados à família dela e, assim adentramos o seu lar para jogar um game que é genérico do UNO. Um jogo de cartas. Não sei o nome do jogo, mas sei que rima com “chorinho” (hihihihihi). Jogamos muito, apesar de eu perder todas as partidas. Assim minha noite chega ao fim, porém nada melhor que um dia após o outro. No sábado tudo se repete, fomos à festa dos estados, vimos algumas cenas interessantes, alguns indivíduos peculiares e uma pequena Bit cantando maravilhosamente bem. Todos se dirigem à praça das águas e depois a orla. Algumas conversas jogadas fora, outras aproveitadas. Apenas um dia normal. O domingo aproximou-se como uma bela morena sorridente, linda e charmosa; seu encanto era embalado por uma maravilhosa noite chuvosa que ocasionou num despertar às 10 horas da manhã, ou seja, perdi a EBD. O Pr. não deve ter gostado das ausências e dos infiéis que cederam lugar às tentações da natureza. Entretanto, foi minha a culpa e nem deles também, mas das circunstâncias que foram propicias a isso: uma noite chuvosa, clima frio, um sono profundo e uma preguiça imensa. Geralmente isto não acontece comigo. Tomei café da manhã no horário do almoço e ia almoçar no horário da merenda. Mas isto não foi possível. Às 15 horas fui surpreendido com um convite de ir a um “pebol” de um grupo, até então, desconhecido. Larguei a minha montanha alimentar e me dirigi a este evento imperdível (rs). Um dia divertido de dentes quebrados e muitas risadas. Cenas inenarráveis e jocosas. A noite chegou, fomos para o culto e após o culto fomos dá uma volta na city. Primeira parada: a tão badalada “praças das águas que não tem água” (rs). Aff! Estou cansado de contar a história! (rs). Ficamos conversando, comendo, expiando e surgiu a idéia de irmos a tão famosa laje, após sermos misteriosamente observado por um individuo suspeito que nos circundava sorrateiramente. La chegando subimos aquele prédio abandonado e escuro. A lua iluminava apenas a apreensão e o medo de alguns que pensavam em monstros e demônios. (hauhauahuha). O lobo uivou e as pernas tremeram, mas intrépidos ficamos. (rs) Chegando ao topo tangível daquele local podemos observar o horizonte escuro e maravilhoso que nos rodeava. Momento de reflexão, conversas, acertos e preocupações. Um olhar para baixo, sensações incríveis e a liberdade aflorando com a adrenalina produzida num corpo sã e uma mente libertária. A curiosidade cessou e todos voltaram aos seus devidos lares para obedecer ao relógio da vida e aproveitar a noite de sono.





